.:: QUEM  SOMOS ::.

 

 

A minha paixão pelos cães já vem de longe mas só em 1990 entrei no mundo do cão de raça ao importar de França a minha primeira cadela Bobtail, F'Wendy d'al sola de Bonabosc (Ch. Int Amadeus Lover des Korils d'Armor x Up and Down du Moulin du Pont), a quem se seguiu, alguns meses mais tarde, aquela que viria a ser a minha cadela fundadora, Fleur d'al sola de Bonabosc, filha de Darwin des Rives de la Savoureuse (linha Pelajilo) e de Astragale de Sir Johannes de Saint Paul (linhas Shepton e Wenallt).

F'Wendy d'al sola de Bonabosc

 

  

Fleur d'al sola de Bonabosc

 

  

O meu afixo foi registado junto do CPC e da FCI em 1992 e a minha primeira ninhada nasceu no início de 1994. Se bem que, no início, o objectivo fosse simplesmente o de ter mais um cão que fizesse companhia à Fleur e que fosse suficientemente bom para poder tirar alguns resultados em exposição, o "vício" das exposições e a desafiante busca do "cão ideal" fizeram com que a "família" crescesse ao longo do tempo.

     

Na montanha

 

No campo

 

Na praia

 

Aposto sobretudo em fêmeas, uma vez que são elas que dão continuidade ao nome da "família" e porque assim posso escolher sempre  o macho que melhor complemente a cadela que pretendo cruzar. No entanto, o desejo de introduzir novas linhas e características que não se encontram na maioria dos cães europeus levaram-me a importar em 2008 um macho do Canadá, proveniente das mais prestigiosas linhas canadianas e americanas (Auriga, Raffles, To-Jo's). O Woody é, também, o primeiro cão a vir da América do Norte para Portugal, pelo que, mesmo que outros motivos não houvessem, sempre fez parte da história da raça no nosso país.    

Os meus cães são acima de tudo normais cães de família e vivem como tal. Não vivem, portanto, confinados em canis nem relegados ao exterior, e são eles que escolhem, quando há gente em casa, onde querem estar, dentro ou fora de casa (normalmente dentro ...), dia e noite. O número de cães que possuo é, pois, limitado, de forma a que cada um receba o carinho e a atenção que merece. Viver dentro de casa como normais cães de família que são significa também, para além de companhia, atenção e cuidados diários, que os meus cães sabem estar em qualquer lado - na rua, nas esplanadas ou nos hotéis onde ficamos quando em viagem, em Portugal e no estrangeiro - recebendo sempre grandes elogios não só pela sua espectacular e bem cuidada pelagem como pelo seu comportamento exemplar. 

No exterior

 

No sofá

 

No hotel

 

        

Náná (SeaLords Back to the Future)

aos 11 anos de idade

Todos os cães recebem todos os cuidados que lhes são devidos, nomeadamente ração de qualidade e assistência veterinária adequada, mesmo quando deixam de ser "úteis". Ao contrário de outros, não me desenvencilho de cães adultos, seja por que meio for.

Happy (SeaLords Don't Worry Be Happy)

aos 15 anos de idade

         

  A nossa criação em números  

Nº de ninhadas (1994 - 2016)

11

Nº de cruzamentos efectuados no  estrangeiro

7

Nº de cadelas usadas como reprodutoras

7

Nº de cachorros criados

53

Nº de cachorros que ficaram em casa

10

Não encaixo no conceito de criador que é infelizmente o corrente na vox populi e que corresponde mais ao "fazedor de ninhadas" que ao verdadeiro Criador (com C maiúsculo) de cães. Embora venda cachorros que crio, não crio cachorros para vender. Quando planeio uma ninhada, o objectivo é normalmente ficar com um cachorro da mesma, para dar continuidade à "família". Por isso não cruzo o macho "da casa" com a(s) cadela(s) "da casa" ninhada atrás de ninhada, ao contrário dos "fazedores de ninhadas", nem tenho cadelas a parirem constantemente e/ou cachorros sempre disponíveis para venda. Cada cadela só tem 1 ou 2 ninhadas em toda a sua vida, "reformando-se" antes dos 6 anos de idade, e o intervalo entre nascimento de ninhadas é, em geral, não inferior a 2 anos (vidé ninhadas). Este tempo permite-me avaliar o resultado da última ninhada e preparar convenientemente a seguinte. Com uma média de 7.5 cachorros/cadela, a guardar pelo menos um cachorro de cada cadela para continuar a "família" e com os cães da casa a ultrapassarem os 12 anos e meio de vida (bem acima dos valores considerados normais para a raça, vidé FAQ), e mesmo sem contar com os gastos com as cruzas no estrangeiro ou a participação em exposições, é fácil concluir que a criação não é de todo uma actividade lucrativa mas sim um hobby dispendioso que mantenho por e com paixão.

Também não tenho qualquer actividade remunerada ligada a cães (venda de ração/acessórios, banhos/tosquias, treino, hotel/pet sitting), pelo que de nenhuma forma os cães são para mim fonte de rendimento. 

A presença simultânea de várias gerações não só permite avaliar a evolução no trabalho que tenho realizado como é, para o interessado na compra de um cachorro, uma oportunidade inestimável de constatar a saúde e longevidade da minha linha de sangue.  É também mais uma segurança para o comprador, já que o conhecimento real de todos os cães que estão por detrás dos cães actuais me permite ter a confiança nos cães que crio que alguém que agora chegou e/ou que cria com cães sem ascendência conhecida (como são os cães com RI) não pode ter.

   

Uma foto rara em qualquer parte do mundo - quatro gerações em simultâneo: SeaLords Don't Worry Be Happy (~16 anos), a sua filha Ch PT SeaLords Eight Days a Week (13 anos), a sua neta Ch PT SeaLords Sleepless in Seattle (~8 anos) e a sua bisneta Multi Ch. SeaLords You've Got Mail (3 anos) 

[22 de Fevereiro de 2015]

 

       

O que desde sempre me atraiu na criação foi a eterna procura do cão "ideal", tal como descrito no estalão da raça, tentando obter na geração seguinte cães melhores que os da geração anterior, mantendo qualidades, corrigindo defeitos e limando arestas, num misto de ciência, arte, intuição - e sorte! Por isso, e embora tivesse sido muito mais prático simplesmente adquirir cães a criadores de topo, desde o início que me propus criar a minha linha de sangue própria. Todos os meus cães descendem, assim, da minha cadela fundadora, Fleur d'al sola de Bonabosc e, embora tenha obviamente que recorrer a cães de outros criadores, procuro usar machos de valor mas pouco presentes nos pedigrees dos cães europeus e ter uma base genética relativamente alargada. Dado que o pool genético da raça em Portugal é reduzido e, neste momento, de baixíssima qualidade, dada a inexistência no país de outros criadores dignos desse nome, só uso machos reprodutores de minha propriedade/criação ou pertencentes a criadores estrangeiros, tendo feito cruzas com cães residentes em Espanha, França, Bélgica, Alemanha, Áustria, Reino Unido e Dinamarca (algumas sem sucesso...) (vidé ninhadas). Neste momento vou na 6ª geração de cães com o afixo "SeaLords", tendo obtido campeões em todas elas (vidé resultados), e quer uma coisa quer outra são factos inquestionáveis de que muito poucos criadores nacionais se podem vangloriar. 

Apesar de gostar que os cães com o meu afixo sejam apresentados em ringue e tenha havido alguns proprietários que se aventuraram nesta actividade (vidé palmarés), a maioria das pessoas que procura os meus cães não tem quaisquer intenções de o fazer e deseja simplesmente fazer a aquisição de um cão de companhia de qualidade e com garantias de saúde. Têm também a oportunidade de beneficiar de assessoria técnica qualificada vitalícia, pelo que regularmente nos contactam para pedir conselhos sobre saúde, alimentação ou grooming, ou simplesmente para darem conta da sua satisfação ou enviar novas fotos das suas mascotes (vidé Álbum de Família). 

Porque o interesse dos cachorros está acima de qualquer outra coisa, não vendo a quem não partilhe da mesma paixão pela raça e muito menos a lojas ou qualquer tipo de intermediário parasita. 

   

    

sócia desde 1992

Live stats by GoStats.

| HOME |